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Como o brasileiro usa o celular?

Photo107.jpg Tuesday, 19 August 08 - 02:37 AM (GMT -02:00)
By Fabio Frazão in Pesquisas

NielsenNielsen faz estudo com cinco mil usuários em dez mercados e mede uso da internet móvel

A Nielsen divulgou recentemente alguns dados de sua primeira pesquisa sobre os hábitos de utilização dos telefones celulares pelos brasileiros. Meio & Mensagem teve acesso exclusivo a todos os detalhes desse estudo, que foi feito com mais de 5 mil pessoas em dez capitais brasileiras e traz o perfil mais atual e completo do consumo dentro do mercado de telefonia móvel. As informações consideram os serviços utilizados nos 30 dias anteriores à entrevista e serão a base de comparação para uma segunda pesquisa - que irá a campo a partir de novembro e, segundo uma fonte da Nielsen, estará no mercado em janeiro de 2009. A idéia da companhia é futuramente torná-la trimestral.

Nesta primeira edição, a empresa dividiu os estudos em três partes, discriminando o comportamento das pessoas por demografia (sexo e idade), operadora e categorias de sites. A grande novidade é a divulgação dos dados por companhia telefônica, que mostra as pequenas sutilezas no comportamento dos usuários de acordo com a prestadora de serviço escolhida.

Dentre os pesquisados, a operadora que teve a maior faixa de pessoas que acessam a internet por celular nos 30 dias anteriores foi a Claro, com 8,9% do total. Logo atrás vem a Vivo, com 8,3%, a TIM, com 6,8% e a Oi, com 5,3%. Para Mário Lynch, diretor de Mobile/Telecom da Nielsen no Brasil, a Oi, que teve resultado inferior às três concorrentes, atingirá um patamar superior quando entrar no mercado de São Paulo.

O serviço de celular mais utilizado no Brasil, como já havia sido divulgado anteriormente, é o SMS (mensagem de texto), com 60,1% de penetração entre os usuários da tecnologia mobile. A Oi está um pouco acima do mercado, com 63,4%, seguida por Vivo (61%), Claro (58,6%) e TIM (58,0%).

Já a quantidade de pessoas que baixam músicas é praticamente a mesma em todas as operadoras, com 5,3% para TIM, 4,9% para Claro, 4,4% para Oi e 3,9% para Vivo. O download de ringtones mantém uma faixa parecida, com destaque para Oi, com 6,8% de usuários, seguida pelos 5,9% da Vivo, 5,3% da Claro e 4,8% da TIM.

O rádio do celular foi utilizado por 6,6% das pessoas nos 30 dias anteriores ao estudo, sendo 8,9% de assinantes Claro, 6,5% da TIM, 5,8% da Oi e 4,7% da Vivo.Quando a análise considera a idade, descobre-se que, dentre os jovens entre 15 e 24 anos, quase 80% enviaram SMS.

Essa faixa é também a que tem maior índice de utilização de todos os outros serviços de celular. Já entre 25 e 34 anos, uma geração que vivenciou a chegada do celular, mas que também se lembra claramente do período pré-entrada da tecnologia no Brasil, os resultados também apontam para uma intensa utilização dos serviços, embora num patamar um pouco abaixo dos mais novos. Um exemplo: o SMS foi utilizado por 74% das pessoas. Nas faixas seguintes, a porcentagem vai descendo gradativamente, com 62% na faixa 35 a 44 anos, 53% na linha de 45 a 54 anos e apenas 37% dentre os maiores de 55.

Entre homens e mulheres, poucas diferenças nos hábitos. As mulheres se destacam um pouco mais no download de ringtones, com 6%, mas os homens não ficam muito atrás, com 5% de acessos dentre o total pesquisado. Elas também mandam um pouco mais de mensagens SMS, com 62%, contra 58% dos homens. "Quando falamos de gênero, o que percebemos são diferenças nos tipos de páginas acessadas.  As mulheres preferem sites sobre educação, saúde e viagens, enquanto os homens gostam mais de carros, esportes e sites de apostas", afirma Lynch.

Dentre as categorias de sites, os mais acessados em nosso país são os que fornecem serviço de e-mails, com 57% dentre os usuários de internet por celular. Outros sites bastante acessados são os de música (27%), entretenimento (25%), jogos (18%), filmes (12%) e notícias e política (12%).

Outros países
Quando a questão tange ao conteúdo, saltam aos olhos algumas diferenças essenciais entre os hábitos dos brasileiros em relação aos países desenvolvidos.Numa comparação com estudos com a mesma metodologia feitos nos Estados Unidos e na Europa, além dos emergentes China, Índia e Rússia, há uma clara divisão de preferências entre os países desenvolvidos, que utilizam a internet no celular para acessar sites de notícias, previsão do tempo e buscas, e os países do chamado Bric, que entre as cinco primeiras categorias mais acessadas têm em comum páginas de entretenimento, jogos e música. Uma diferença marcante está nos sites de notícias, que são os terceiros mais acessados na Europa, com 24% do total, e têm apenas 12% de utilização no Brasil.

No entanto, em nosso país apenas 2,6% dos usuários de celular acessam internet, sem considerar e-mails. "Os números do Brasil são ainda pouco relevantes, mas com o desenvolvimento da rede 3G a participação de celulares com acesso à internet vai aumentar. Além disso, creio que haverá mudança no cenário de categorias de páginas acessadas, com participação cada vez maior de sites de música, entretenimento e jogos, que demandam maior banda para acesso", analisa Lynch.

Fonte: MMOnline

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Mobile Marketing é caro mesmo?

Photo107.jpg Friday, 18 July 08 - 01:58 PM (GMT -02:00)
By Fabio Frazão in Artigos

Por: Leonardo Xavier

Um dos questionamentos que sempre ouço nas agências tradicionais é em relação ao custo de uma campanha de mobile marketing. Alguns consideram caro pagar entre R$ 0,30 e R$ 0,60 para disparar um SMS. Primeiramente, vale uma repassada conceitual.

De uma maneira geral, há uma associação direta entre mobile marketing e SMS. Não é errado pensar assim, mas é uma premissa limitadora do que se pode fazer nessa plataforma. Afinal, mobile-mkt também pode ser elaborado utilizando voz, bluetooth, internet móvel, aplicativos JAVA, etc.

O SMS tem como grande vantagem a compatibilidade com 100% dos aparelhos. Porém, também tem suas limitações, como interface pobre (138 caracteres) e barreira de uso (cerca de 45% das pessoas mandam SMS).

Em relação ao custo da mensagem, há pano para muita discussão. É caro ou barato comparado com o quê? Com TV, com e-mail marketing, com mala-direta?

Sempre digo que em mobile marketing saímos do mundo de milhões de impactos potenciais para o de milhares de conversas travadas em tempo real com o consumidor. Vamos a alguns exemplos. Numa campanha feita para uma cervejaria, a plataforma mobile pegava carona na mídia impressa e convidava as pessoas a mandarem um SMS grátis para acessar o Guia Mobile de Bares. Houve 55.000 interações. Custo para a cervejaria: cerca de R$ 30.000.

Aí vem a pergunta: é caro ou barato? Na minha opinião, quase de graça. Afinal, milhares de pessoas que foram impactadas pelo anúncio, responderam ao call-to-action via SMS e carregaram em seus celulares um guia com acesso a bares que oferecem seu produto.

A diferença aqui, assim como em todo mundo digital, está na possibilidade de medição em tempo real do resultado da campanha. Mais ainda: em mobile, paga-se pelo que se leva. Paga-se pelo número de SMS recebidos ou enviados, downloads feitos, acessos ao mobile site, etc.

Mais um exemplo: no lançamento de um carro em setembro do ano passado,  a única mídia nos primeiros 15 dias de campanha foi um mobile banner na home do portal de uma operadora (direto em celulares). A taxa de cliques foi de 4,3%, com mais de 255 mil visitas ao mobile site e um custo por clique 3 vezes menor do que um super-banner na home de qualquer portal web.

De novo, fica barato. Barato porque é mensurável. Porque é eficiente. Sem dúvida, fica caro mandar indiscriminadamente 2 milhões de SMS. Porém, com investimento bem planejado é possível se atingir belos resultados. Internet pode ser cara ou barata. TV também.

Tudo dependerá da forma como a agência planeja o investimento. Por isso, acredito eu, jogam melhor no mercado digital aquelas agências que têm em seu DNA a busca pela a inovação associada a um retorno consistente para seu cliente.

Retorno que nem sempre se mede com GRPs ou CPMs. Falo de retorno que se comprova ao se conversar, de fato, com o consumidor. Até mesmo porque, no final do dia, é ele quem paga a conta de todo mundo.

Leonardo Xavier é sócio fundador da agência
PontoMobi Interactive e editor do Blog Mobilizado 

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TagShop chega ao mercado com campanha da Artplan

Photo107.jpg Tuesday, 08 July 08 - 09:33 AM (GMT -02:00)
By Fabio Frazão in Modelos de Negócio

Tag ShopServiço de compras via SMS da Nasajon está investindo R$ 15 milhões em seu lançamento

Fruto da parceria entre a Nasajon Empreendimentos e um grupo de especialistas em desenvolvimento de software para celular, será lançado nas próximas semanas o TagShop. O serviço de compras via SMS funciona assim: fabricantes e varejistas associados incluem um código nas peças de divulgação de seus produtos; o consumidor cadastrado no TagShop envia um SMS com o código e inicia o processo de compra com a promessa de rápida conclusão, com pagamento via cartão de crédito e recebimento no endereço indicado. A campanha de lançamento do TagShop deve consumir investimentos de R$ 15 milhões e está sendo criada pela Artplan.

Confira o website aqui

Fonte: MMOnline

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Serviço permite que aparelhos celulares façam a recarga de aparelhos móveis pré-pagos

Photo107.jpg Tuesday, 20 May 08 - 09:15 PM (GMT -02:00)
By Fabio Frazão in Modelos de Negócio

WiaxisEm breve, mais de 130 mil estabelecimentos credenciados farão recarga de celulares pré-pagos sem necessidade de máquinas com impressoras associadas a telefones fixos.

 A GetNet Tecnologia lançou oficialmente em março o serviço de venda de recarga de celulares pré-pagos utilizando telefones móveis como Pontos de Venda (POS) em sua rede de estabelecimentos. Essa tecnologia, desenvolvida pela Wiaxis, vai facilitar a vida de dezenas de milhões de usuários de aparelhos pré-pagos, que não precisarão mais perder tempo em filas para poder recarregar seus telefones móveis. Essa tecnologia permite a rentabilidade dos pontos de vendas, que economizarão o aluguel das máquinas voltadas para esse fim, e irá permitir a ampliação da rede de estabelecimentos credenciados a fazer a recarga.

Antes do lançamento, a novidade havia sido testada em barcas de transporte coletivo na região amazônica, em trens urbanos na região Metropolitana de Porto Alegre e em alguns estabelecimentos credenciados pela rede da GetNet, nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil. Agora, a novidade está disponível para clientes de todas as operadoras e em todo o território nacional.

A idéia é disponibilizar o novo serviço para a rede GetNet de estabelecimentos credenciados - hoje são mais de 130 mil - e aumentar a capilaridade atingindo pequenos estabelecimentos, que não têm condições de arcar com os custos do equipamento POS tradicional. No novo sistema, não há impressão de comprovante. O usuário é informado pela tela do aparelho do ponto de venda. Em seguida, esse mesmo usuário recebe uma confirmação da recarga via mensagem em seu próprio aparelho.

Compatibilidade
O serviço é compatível com centenas de modelos de aparelhos celulares, smartphones e PDAs. "A tecnologia da WIAXIS garante a portabilidade do aplicativo em centenas de modelos, permitindo que o usuário do estabelecimento utilize o aparelho que achar mais conveniente para a sua operação, levando em consideração o tamanho da tela, das teclas e até mesmo o preço dos modelos disponíveis", completa Leonardo Rochadel, diretor de Negócios da Wiaxis.

O software foi desenvolvido com tecnologia proprietária chamada WI-MEÒ, baseada na linguagem Java para celulares. O programa permite até mesmo a utilização nos aparelhos mais simples, vendidos a partir de R$ 99,00 (plano pré-pago). A solução conta ainda com recursos de segurança certificados por parceiros com cadeira cativa no comitê antifraudes eletrônicas da Febraban.

Além de criptografar as informações, a solução compacta os dados da transação para acelerar a velocidade de transmissão e, com isso, reduz as despesas do estabelecimento com tráfego de dados.

"Nossa expectativa é encerrar o ano de 2008 com pouco mais de sete milhões de transações de recarga de pré-pagos realizadas na rede da GetNet. Essa tecnologia de mobile payments permite um upgrade no sistema de venda de créditos para celulares, viabilizando a operação para pequenos estabelecimentos", destaca Rochadel.

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PlayPhone adquire Pitch Entertainment

Photo107.jpg Sunday, 18 May 08 - 10:58 PM (GMT -02:00)
By Fabio Frazão in Notícias

PlayphoneA PlayPhone acaba de adquirir a Pitch Entertainment. A ação possibilita à PlayPhone ampliar a base de usuários, com acesso ao mercado europeu, bem como o início de operações em  países da Ásia e também na África do Sul.

O negócio marca um importante passo estratégico na expansão internacional da PlayPhone, grande foco da empresa para 2008. As ações visando esta meta de internacionalização já haviam começado em março com a abertura da operação brasileira, base da expansão latino-americana da PlayPhone. Agora, a empresa está presente em 23 países.

Para o CEO da PlayPhone, Ron Czerny, esse movimento abre duas frentes. "Poderemos oferecer ao consumidor europeu nossos serviços no segmento D2C. Além disso, ampliaremos a oferta de nossos serviços de gerenciamento de conteúdo na linha B2B, área que lideramos no mercado norte-americano, com exemplos bem sucedidos para parceiros como Cartoon Network e ABC Television."

Czerny ressalta ainda que já começou a busca por parceiros entre as empresas européias para a criação e gestão de portais white label, como a PlayPhone opera para o Wal-Mart, entre outras corporações. Nesse segmento, a expectativa é fechar cerca de seis grandes contratos até o final do 3.º trimestre deste ano.

A expansão das atividades em escala global amplia a audiência da PlayPhone para seus produtos de entretenimento (áudio, vídeo e games) oferecidos por meio de parcerias com SONY BMG, EMI Group, SEGA, Bandai, Disney, Glu Mobile, Konami, Vivendi Universal, Sony Pictures Entertainment, Platinum Studios, Adult Swim, Real Networks e iPlay, entre outros.

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